Bloody Mary

Olá,

Tudo bem com vocês? Que tal aprender a como se prepara este que um clássico dos clássicos: O tradicional Bloody Mary é um dos drinques mais famosos da história. Seu nome dramático, que em português significa “Maria Sangrenta”, já que o drinque é vermelho e o suco de tomate é o grande responsável pela cor, encontra-se relacionado a diversas lendas.

Salgado e apimentado, este coquetel não agrada a todos, diria até que é o caso de ou você ama ou você odeia, mas posso garantir que ele traz consigo uma legião de admiradores pelo mundo afora. Tanto é verdade que em 2014 completou 80 anos. Uma pesquisa realizada pelo Technomic Trends, mostrou que cerca de 33% dos americanos consomem o coquetel ao menos uma vez por mês e, 54% preparam o drink em casa em ocasiões especiais, como festas, recepções e jantares. Ou seja, a bebida continua em alta ainda hoje.

Como acontece com todo clássico, existem várias versões sobre a sua origem, porém a versão mais aceita do coquetel (datada dos anos 20) que leva vodca, suco de tomate e os temperos em seu preparo, foi criada pelo francês Fernand Petiot quando ele trabalhava no Harry’s Bar, em Paris. Petiot afirmou em uma citação para o “The New Yorker Magazine” em Julho 1964, que George Jessel teria criado pela primeira vez a bebida e o nome, e que ele apenas adicionou os temperos para não beber a vodka pura com suco de tomate: “Eu iniciei o Bloody Mary atual”, afirmou Petiot. “Jessel disse que o criou, mas não era nada mais que vodka e suco de tomate quando o apresentou.

Da mesma forma que a sua criação, a origem do seu nome também é controvérsia:  Uma das versões refere-se a Mary Pickford, atriz americana do cinema mudo; outra versão refere-se a uma garçonete chamada pelos clientes, do Bar Bucket of Blood (Balde de Sangue) em Chicago, de Bloody Mary; e a última versão, estaria relacionada à Maria Tudor ou Maria I, rainha inglesa que perseguiu protestantes na Inglaterra e Escócia no século XVI.

Entretanto, a última versão e a mais aceita pelos historiadores é a de que a inspiração para o nome veio da realeza britânica.

Durante o seu curto reinado (que durou apenas 5 anos – 1553 a 1558), a rainha Maria I tentou em vão restaurar o catolicismo inglês e perseguiu a igreja que seu próprio pai, o rei Henrique VIII havia fundado, mandando queimar cerca de 300 anglicanos vivos, o que lhe rendeu o apelido de “Bloody Mary”. Até sua meia-irmã, que se tornaria a célebre rainha Elizabeth I, permaneceu presa durante dois meses na Torre de Londres.

Há rumores de que o Bloody Mary teria sido o preferido de Marylin Monroe.

E aí, gostaram da história? Não sei do que eu gosto mais: se pesquisar e ficar sabendo destas histórias (sabe como é, sou curiosa…) ou compartilhar com vocês, rsrsrs.

Pessoal, fiquem à vontade para comentar! Eu terei o maior prazer em ler e responder, ok?

Um grande abraço!

Ingredientes:

  • 60 ml de vodka
  • 150 ml de suco de tomate
  • 15 ml de suco de limão
  • 2 gotas de tabasco
  • 15 ml de molho inglês
  • Sal
  • Gelo

Modo de preparo:

Crustar a borda de um copo long drink com limão e sal e reservar. Em seguida, adicionar em outro copo o suco de tomate, o suco de limão, o tabasco, uma pitada de sal, o molho inglês, a vodka e o gelo. Misturar e coar sem deixar cair o gelo (repetir o processo 3x). Servir no copo inicialmente reservado com gelo.

Decore com um talo de salsão ou cenoura e uma fatia de limão preso à borda do copo.

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